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Arquivo para Fevereiro, 2008

26/02/2008 - 1º contrato de álcool com o Japão é da região de Ribeirão Preto

Escrito por Administrador em 2008-02-29

Fonte: Jornal A Cidade - Ribeirão Preto O Grupo São Martinho, dono da Usina São Martinho, de Pradópolis, está para colocar em prática o primeiro contrato do Brasil de fornecimento de álcool para o Japão.
Assinado em março de 2007, o contrato prevê a entrega, para o mercado japonês, de 30% do álcool industrial a ser processado pela Boa Vista, fábrica que a São Martinho inaugura em meados de abril em Quirinópolis (GO).
Na última quarta-feira, a Petrobras anunciou a criação de empresa, em parceria com o grupo japonês Mitsui, para a implantação de alcoolduto entre Senador Canedo (GO) a Paulínia.
“Mas, na prática, é a iniciativa privada, através desse contrato da São Martinho com a Mitsubishi, quem sai na frente”, diz João Carvalho do Val, diretor financeiro e de relações com investidores da companhia.
A Boa Vista, segundo Val, vai moer na safra 2008-09 cerca de 1,2 milhão de toneladas de cana, mas tem capacidade total de moagem de 1,7 milhão de toneladas. “Moeremos menos porque os canaviais não ficaram devidamente prontos para o corte”, diz.

Caminhões-tanque Os 30% da produção a serem enviados para o Japão seguirão, neste primeiro ano, de caminhões-tanques até o porto de Santos, para o posterior embarque. O álcool industrial será empregado junto a fábricas químicas e de bebidas.
Todo esse álcool obedece a sistema de rastreabilidade que a Mitsubishi monitora.
A companhia, por exemplo, exige informações sobre qual talhão (área de canavial) forneceu a cana empregada na fabricação de determinado lote de álcool. “Tal exigência servirá de vitrina para mostrar a eficiência do setor sucroalcooleiro brasileiro para o mundo”, diz Val.

Grupo possui três fábricas O Grupo São Martinho tem capacidade projetada de 12,4 milhões de toneladas de cana em suas três fábricas (São Martinho, de Pradópolis; Iracema, de Iracemápolis; e a goiana Boa Vista, de Quirinópolis).
Mas não significa que as unidades terão toda essa cana para moer na safra, prevista para começar em meados de abril. “A definição da quantidade de matéria-prima costuma sair às vésperas do começo da safra”, diz o diretor João Carvalho do Val.
Também será definido em março se a produção da será mais açucareira ou alcooleira. Das três unidades , apenas a Boa Vista faz exclusivamente álcool.

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26/02/2008 - Biodiesel vira nicho de negócios em Sertãozinho

Escrito por Administrador em 2008-02-29

Fonte: Jornal A Cidade - Ribeirão Preto

Delcy Mac Cruz MATHEUS URENHA Biodiesel vira nicho de negócios em SertãozinhoSEM MUDANÇA Elias, diretor da JW: “não precisamos alterar nossa estrutura para atuar com biodiesel” As fábricas de biodiesel formam um novo nicho de negócios para as empresas de Sertãozinho que atendem o setor sucroalcooleiro. A cidade possui cerca de 500 dessas empresas, que fornecem serviços de engenharia, de informática, peças e equipamentos, mas que não querem depender apenas das fábricas de açúcar e de álcool.
Diretamente, elas participaram da implantação das 29 usinas e destilarias que entram em funcionamento neste ano nos Estados da região Centro-Sul do país. Mas a expansão deve terminar e, nesse caso, os fornecedores de Sertãozinho teriam problemas.

Similaridades“O setor já viveu duas depressões nas últimas décadas e aprendeu a investir na diversificação”, diz Flávio Vicari, diretor administrativo do Ceise BR, entidade representativa do pólo de empresas de Sertãozinho.
Durante as crises, muitas das fornecedoras passaram também a prestar serviços para os setores citrícola e hoteleiro, que utilizam equipamentos similares aos de usinas e destilarias.
Agora o foco é o biodiesel. Por força de lei federal, esse biocombustível já é aplicado na proporção de 2% ao óleo diesel em circulação no país. Existe muita produção quase artesanal, mas as grandes fábricas, com capacidade de 300 mil litros por dia, se resumem atualmente a oito em todo o território nacional.
Ocorre que, também devido a legislação, o biodiesel chegará a ser adicionado na proporção de 20% ao diesel em 2012. Essa adição até pode crescer ou ser antecipada, e necessariamente exigirá mais plantas industriais.
Além disso, existe um mercado bem promissor em torno desse biocombustível: as companhias frotistas, interessadas em adotar o biodiesel como combustível 100% de seus caminhões, ou mesmo fazer ele chegar diretamente ao consumidor final, cujos veículos são movidos a diesel.
“65% das empresas de Sertãozinho têm similaridades com as peças, equipamentos e serviços empregadas no setor de biodiesel”, afirma Vicari. “E a vantagem de nossos empresários é que eles já têm a cultura de flexibilidade e adaptação”.
Segundo o diretor do Ceise BR, muitos dos equipamentos industriais e mesmo as equipes de operários empregados nas fábricas de álcool podem ser direcionados sem qualquer alteração para o setor de biodiesel.
O interesse de empresários do biocombustível por Sertãozinho já está na prática. Na última quarta-feira, dia 20, representantes do Ceise BR recepcionaram comitiva de americanos que querem contratar serviços na cidade para implantar uma usina de biodiesel. Foi a primeira de uma série de negociações já agendada em empresas da cidade.

Tecnologia nacional evita pagar royalties O mercado de biodiesel só tende a crescer, mas, para favorecer o Brasil, precisa ter tecnologia nacional. As fábricas em atividade utilizam os sistemas americanos ou europeus, e precisam pagar royalties que variam entre 3% a 5% do valor total do investimento.
A JW, especializada em equipamentos em aço inoxidável de Sertãozinho, já oferece serviços para os fabricantes de biodiesel. Mas, em parceria com a empresa BioDemf, entrou no mercado com tecnologia nacional.
“Nosso sistema pode usar etanol (álcool de cana) ou metanol (derivado de petróleo) como reagente”, diz Hubertt Elias, diretor comercial da JW.
Cada litro de biodiesel utiliza em média 20% de etanol ou metanol, mais cerca de 50% de vegetais, dos quais o mais empregado hoje é a soja. O restante do combustível é composto do chamado catalizador, que é guardado a sete chaves pelas empresas fornecedoras de serviços.
Negociação
Segundo Elias, sua empresa já negocia com dois grupos que têm projetos para implantação de fábricas de biodiesel no país.
“Não precisamos alterar em nada nosso perfil operacional porque o biodiesel é bem similar aos sistemas de álcool”, afirma o executivo.
Com 380 funcionários e 200 clientes no setor sucroalcooleiro, a empresa começa, agora
, a migrar para o biodiesel.

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Será que é sorte

Escrito por Administrador em 2008-02-29

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27/02/2008 - Serra cobra usineiros e lembra menor ICMS do País

Escrito por Administrador em 2008-02-29

Fonte: Jornal Tribuna Impressa - Araraquara

O governador de São Paulo, José Serra, cobrou ontem os usineiros a contribuírem com o desenvolvimento de mão-de-obra especializada para o setor, com a melhoria das estradas vicinais e com pesquisas no aumento da produtividade da cana-de-açúcar, para frear a expansão de canaviais no Estado. As críticas foram feitas justamente na abertura da Feira dos Negócios do Setor de Energia (Feicana/Feibio), uma das principais do setor sucroalcooleiro, em Araçatuba (SP).
“Vou fazer um chamado para que os usineiros contribuam mais, porque não é possível que o setor não junte forças paara isso e venha pedir ao Governo, que já faz muito”, disse Serra. No discurso, ele lembrou ainda que São Paulo tem a menor alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do País, de 12%, e ainda que oGoverno já inaugurou duas Faculdades de Tecnologia (Fatecs) com cursos específicos do setor, uma no ano passado em Sertãozinho e outra ontem em Araçatuba. “Vamos ainda inaugurar outras duas Fatecs com cursos voltados para a bioenergia, uma em Jaboticabal, outra em Piracicaba”, disse o governador.
Serra afastou a hipótese de que a crítica aos usineiros e a citação sobre o ICMS, feitas no mesmo discurso, fossem uma ameaça de punição com uma possível mudança na alíquota sobre o álcool. “Não estou pedindo para o usineiro colaborar comigo e sim com o Estado de São Paulo. E, em geral, os usineiros estão colaborando”, amenizou o governador.
Ele anunciou ainda que o governo paulista pretende criar um Centro de Pesquisas em Etanol em uma cidade do interior paulista, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Como o Governo Federal não vai conseguir fazer isso, vamos buscar apoio para que São Paulo faça”, criticou.
A Agência Estado apurou que a intenção do governo paulista é de que esse centro de pesquisas seja feito em Piracicaba (SP), município onde o Governo Federal implantou, em 2005, o Pólo Nacional de Biocombustíveis, o qual funciona nas instalações da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), apesar de o projeto de uma sede própria já ter sido apresentado.
Na própria Feicana/Feibio, o presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Marcos Sawaya Jank, rebateu as críticas de Serra e disse que o governador está “equivocado” tanto em cobrar ações do setor sucroalcooleiro para pesquisas, como em anunciar um novo centro de pesquisas para o etanol. “A maior parte das pesquisas no setor hoje é feita pelo setor privado, no Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que é mantido por 140 usinas entre outros”, disse. “Não faz sentido criar mais um centro e sim juntar os esforços para os que já existem”, completou Jank.
O executivo afirmou ainda que a Unica já discute com o governo paulista uma forma de ajudar na recuperação de estradas vicinais e ainda cobrou uma definição do Estado para a questão da infra-estrutura para a distribuição de energia elétrica a ser produzida a partir da biomassa pelas usinas. (AE)

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Honda…comercial de 6 milhões de dólares!

Escrito por Administrador em 2008-02-29

Só para quem gosta………………

Vale a pena ver de novo  o melhor comercial de carro, jamais feito….
Não houve manipulação de  computação gráfica ou truques digitais.
Sucedeu em tempo real exatamente como  se vê. A gravação requereu 606 tentativas. Nas primeiras 605 tentativas sempre  ocorreu algo de menor importância que não funcionou.
A equipe de gravação  passou semanas, dia e noite, e estava quase desistindo e trocando de objetivo. O  apoio mútuo os manteve unidos.
Esta gravação custou 6 milhões de dólares e  consumiu 3 meses até terminar, incluindo a engenharia de planificação completa  de uma única sequência.

Além disso, este anúncio dura 2 minutos e já está  se tornando no mais distribuído pela Internet.. Existem no mundo somente 6  Hondas Accord fabricados à mão.
Um deles foi utilizado na  gravação.
Incrível.

Download: http://rapidshare.com/files/95993271/Fisica1.wmv.html

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Para quem quiser saber um pouco da história do VW Gol

Escrito por Administrador em 2008-02-27

VW Gol atinge a marca de 5 milhões de unidades produzidas
http://www.omecanico.com.br/news.php?recid=3527

A Volkswagen do Brasil comemora esta semana em suas cinco fábricas localizadas em São Bernardo do Campo/SP, Taubaté/SP, São Carlos/SP, Resende/RJ e São José dos Pinhais/PR a marca de 5 milhões de Gol produzidos. A empresa divulga que o modelo é líder de vendas no mercado interno há 20 anos ininterruptos, além do carro mais exportado da história, com 735 mil unidades embarcadas para mais de 50 países. A comemoração do marco de 5 milhões de Gol no Brasil inclui o envio de uma carta de agradecimento aos 20 mil empregados da montadora assinada pelo presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, e a divulgação de um selo especial em alusão à conquista histórica. O selo estará estampado nas peças de comunicação da companhia.

O volume de unidades fabricadas coloca o Gol entre os 10 carros lançados nos anos 80 de maior sucesso em todo o mundo, mesmo quando comparado com automóveis dos mercados europeu, americano e japonês. O modelo faz parte do seleto clube mundial de 40 veículos que ultrapassaram a barreira das 5 milhões de unidades produzidas. Se todos os modelos Gol produzidos fossem colocados em fila indiana, seria possível hipoteticamente formar cinco filas contínuas de Gol entre o Oiapoque, no Amapá, e o Chuí, no Rio Grande do Sul.

- Projeto e produção do veículo

Em maio de 1976, um grupo de engenheiros, estilistas e modeladores da Volkswagen do Brasil viajou para a Alemanha levando a maquete 1:4 do carro. A partir deste momento, iniciou-se o processo de criação do Gol intitulado “Projeto BX”. Desde o início de sua concepção e projeto, o Gol foi o carro-símbolo da maturidade e da competência do design e da engenharia automotiva brasileira, que havia ganhado prestígio na matriz depois de projetos bem-sucedidos como o TL e a Brasília.

Depois da maquete, a etapa seguinte foi a criação de um modelo em arame nas dimensões reais, para testar a ergonomia dentro do carro. Foram usados nos testes pessoas de diferentes estaturas, como um homem de 2m de altura e outro de 1,50m. Em seguida, foi construída uma maquete em dimensão real do Gol na fábrica da Audi, na Alemanha. No final de 1977, foi fabricado no Brasil o primeiro protótipo do carro para avaliação de peso e testes de consumo, desempenho, refrigeração e comportamento dinâmico, entre vários outros.

Os últimos ajustes de design e estilo do Gol foram feitos em 1978. A partir de então o modelo foi submetido a uma bateria de testes de durabilidade e rodou em pisos de lama, cascalho e neve, em temperaturas entre 15 graus negativos e 45 graus e altitudes de até 3.000 metros. O Gol foi submetido a 200 mil km de rodagem em condições adversas, em um roteiro que incluiu a cordilheira dos Andes e os desertos da Patagônia argentina. Ao todo, o projeto inicial de desenvolvimento do Gol consumiu investimentos de US$ 350 milhões.

O Gol foi exibido pela primeira vez, em 15 maio de 1980, com motor 1.3 refrigerado a ar com 42cv de potência, tração dianteira e desenvolvia 15,8 km/l a 80 km/h. Segundo a empresa, além de econômico, o Gol era o carro com maior autonomia do mercado brasileiro (870 quilômetros), pois tinha reservatório com capacidade para 55 litros.

Em 2001, o Gol superou o Fusca em volume de vendas, com 3,3 milhões de unidades comercializadas. Dois anos depois, o modelo chegou a 4 milhões de unidades produzidas e, em dezembro de 2004, alcançou 500 mil unidades exportadas, consolidando a posição de carro mais exportado do Brasil. Em 2005, o Gol chegou a 4 milhões de vendas no mercado interno.

Já na 4ª geração, o Gol passou a ser equipado somente com motores Total Flex, que funcionam com álcool, gasolina ou qualquer mistura dos dois combustíveis: o EA 111 RHS 1 litro e 8 válvulas, que desenvolve 65 cv (100% gasolina) e 68 cv (100% álcool); o EA 827 1.6 litro e 8 válvulas, que desenvolve 97 cv (gasolina) e 99 cv (álcool); e o EA 827 1.8 litro e 8 válvulas, que desenvolve 103 cv (gasolina) e 106 cv (álcool).

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Mais crédito para quem pedir Nota Fiscal Paulista

Escrito por Administrador em 2008-02-27

O Governo de São Paulo encaminhou à Assembléia Legislativa projeto de lei propondo alterar a forma de rateio do crédito da Nota Fiscal Paulista. Atualmente, os 30% do ICMS recolhido por cada estabelecimento é rateado entre todos os consumidores, tenham estes informado o CPF/CNPJ ou não. Com a nova sistemática, o valor a ser distribuído (30% do ICMS) será rateado apenas entre os consumidores que tenham informado o CPF ou CNPJ.

O propósito é incrementar o incentivo à adesão das pessoas físicas e jurídicas ao Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo. O texto da Lei n° 12.685/07 estabelece que o valor correspondente a até 30% do ICMS recolhido por cada estabelecimento seja distribuído como crédito aos adquirentes de mercadorias, bens e serviços de transporte interestadual e intermunicipal “na proporção do valor de suas aquisições em relação ao valor total das operações e prestações realizadas pelo estabelecimento fornecedor no período”. Esta forma de cálculo aloca os créditos ao documento fiscal independentemente do adquirente estar ou não identificado, ou mesmo se este consumidor faz jus ou não ao crédito. O resultado é a retenção pelo Tesouro Estadual de uma grande parte do valor que deveria ser devolvido aos consumidores, por impossibilidade de identificação do beneficiário.

A mudança proposta, se aprovada pelos deputados paulistas, altera essa sistemática, determinando a distribuição proporcional de até 30% apenas entre os adquirentes passíveis de serem favorecidos com o crédito. Ou seja, o valor distribuído – 30% do ICMS recolhido – será rateado apenas entre os consumidores que tenham registrado o seu CPF ou CNPJ no documento fiscal e que façam jus ao crédito e não mais entre todos os consumidores do estabelecimento.

Com a adoção dessa nova forma de rateio o valor do crédito calculado para cada operação deverá aumentar significativamente, de maneira que foi necessário introduzir um limitador para o crédito de 7,5% do valor do documento fiscal. Essa porcentagem proposta no projeto de lei equivale a 30% da maior alíquota de ICMS praticada no Estado de São Paulo, que é de 25%. Em termos práticos, isso significa que para uma compra de R$ 100,00 o crédito ao consumidor pode ser de até R$ 7,50 – independente do produto adquirido ou de sua alíquota de ICMS.

Pela proposta as compras realizadas a partir de 1º de fevereiro de 2008 já serão beneficiadas pela nova sistemática.

O projeto da Nota Fiscal Paulista é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento o documento fiscal. A implantação da Nota Fiscal Paulista é gradativa. O cronograma estabelecendo a data em que cada setor econômico passa a integrar o projeto pode ser consultado acessando o site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br).

No mesmo site os consumidores poderão indicar à Secretaria da Fazenda como e onde ele quer utilizar o seu crédito: se quer que ele seja depositado na conta corrente (ou conta-poupança), creditado no cartão de crédito ou ainda se vai utilizá-lo para reduzir o valor do IPVA do exercício seguinte. Os créditos também poderão ser transferidos para outra pessoa. Os valores ficam disponíveis para utilização por um prazo de cinco anos.

06/02/2008

Assessoria de Comunicação da Secretaria da Fazenda – Telefone: 0055 xx (11) 3243.3427/ 3243.4178/ 3234.4180 – Fax: 0055 xx (11) 3243.3793 – E-mail: imprensa@fazenda.sp.gov.br

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Estou bem na fita

Escrito por Administrador em 2008-02-27

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Homens, são todos iguais…

Escrito por Administrador em 2008-02-27

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REDF – Novidade - Aplicativo para digitação da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A emitida manualmente

Escrito por Administrador em 2008-02-27

A/C DEPARTAMENTO FISCAL
Visite nosso site: www.netcpa.com.br 

REDF – Novidade - Aplicativo para digitação da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A emitida manualmente

 

O site da Nota Fiscal Paulista (www.nfp.fazenda.sp.gov.br), no link Manuais e Aplicativos, disponibiliza o Transmissor de Dados para Registro Eletrônico - TD-REDF, que é o aplicativo para a realização da pré-validação, bem como para o envio de arquivos contendo os dados das Notas Ficais, modelo 1 e 1-A, de acordo com o leiaute definido na Portaria CAT 102/07, que foi alterada ontem (19.02) pela Portaria CAT n.° 13.08.

Este Transmissor de Dados para o Registro Eletrônico de Documento Fiscal (TD-REDF) foi alterado e com isso foi incluída uma funcionalidade de digitação do registro da Nota Fiscal Modelo 1 e 1 A emitida manualmente.

Portanto, a partir de hoje (20/02) os contribuintes paulistas obrigados ao REDF poderão registrar as notas fiscais modelo 1 ou 1 A digitando-as uma a uma diretamente no aplicativo TD-REDF.

Em caso de dúvida sobre o funcionamento do TD-REDF a Secretaria da Fazenda disponibiliza o canal Fale Conosco pelo telefone 0800-170110 e também pelo portal da Nota Fiscal Paulista (www.nfp.fazenda.sp.gov.br).

Efetue o download do aplicativo de transmissão e digitação de dados da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A no link: http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/aplicativos/gerenciador.jnlp.

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